Páginas

Mostrando postagens com marcador protesto. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador protesto. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Até tu, Bart?

Um dos vândalos badernista mais conhecidos da cultura de massa foi prometido para colaborar com os movimentos populares do Brasil, e deve fazê-lo com a família toda. A PM já avisa: vai faltar bala de borracha!
Segundo o Jornal O Tempo, aqui dos Feudos Gerais, ninguém menos do que o próprio Matt Groening, autor-produtor-criador e pica das galáxias dos Simpsons, falou que está trabalhando num episódio da família amarela relacionado aos protestos do Brasil. Groening estaria bastante sensibilizado com a situação popular do país, e o episódio, que não se furtará ao escracho e sarcasmo típicos da série, deverá estrear na nova temporada, que começa em setembro.


quarta-feira, 19 de junho de 2013

Quadrinistas brasileiros fazem HQs em apoio a manifestações


Para quem ainda não sabe, está marcada para as 17h deste dia 17 de junho uma grande manifestação pública no Largo da Batata, em São Paulo. Às manifestações que começaram na semana passada contra o aumento da passagem de ônibus agora se juntam outras causas, como o repúdio à violência policial.
Os quadrinistas nacionais, podendo ou não comparecer ao evento, também estão manifestando-se. Fábio Moon e Gabriel Bá publicaram hoje em seu blog  duas HQs curtas explicando por que vão participar da manifestação. Na HQ de Bá, em referência à truculência policial, ele pergunta "e se dissessem quais histórias eu posso contar e quais eu não posso?". Veja na galeria.


Rafael Albuquerque também colocou seu ponto de vista em HQ e ilustração - lembrando que a Copa está quase aí e tem tudo a ver com os protestos. Outros quadrinistas, como Laerte, também já expressaram sua opinião, mesmo que com humor. O autor de Piratas do Tietê fez releitura de uma HQ de Glauco dos anos 70, como você confere na galeria, ao lado. Na mesma linha, João Montanaro está fazendo releitura de Banksy.
Também por motivo dos protestos, a editora Balão Editorial resolveu disponibilizar Como na Quinta Série, de DW Ribatski, álbum lançado no ano passado e que trata também de truculência policial. A HQ pode ser lida aqui.

quarta-feira, 20 de março de 2013

Cultura sob fogo cerrado em Sabará/MG

A Secretária de Desenvolvimento Social e primeira-dama de Sabará está "promovendo" o despejo do "POLO CULTURAL", a BORRACHALIOTECA e a sala de Cordel, justamente um dos principais Baluartes da Cultura Sabarense, que eleva, e leva o nome de nossa cidade pelo Brasil afora.
Ficará sem seu espaço na região central da cidade, para que ali seja instalada a secretaria. 
Para quem não conhece, o Instituto Cultural Aníbal Machado mais conhecido como Borrachalioteca, foi criado em 2002, no interior de uma borracharia no bairro Caieira, em Sabará. Desde então, a biblioteca tem como principais objetivos fomentar a prática da leitura e a difusão cultural através dos textos literários. Com um acervo que possui mais de 10.000 obras literárias, a Borrachalioteca conta hoje com outras três unidades além da borracharia: a Casa das Artes, a Sala Son Salvador e o Espaço Libertação pela Leitura.
 
http://borrachalioteca.blogspot.com.br/

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Ocupação artística inaugura monumento à classe trabalhadora


imagemCrédito: Brasil de Fato


Coletivo Dolores Boca Aberta

Após 15 dias de ocupação e 37 atividades, o Festival Teatro Mutirão, organizado pelo Coletivo Dolores Boca Aberta, deixa em praça da cidade de São Paulo monumento construído em homenagem à classe trabalhadora (na foto, ao fundo)

17/09/2012

O Coletivo Dolores Boca Aberta promoveu, até o dia 15 deste mês, em São Paulo, o Festival Teatro Mutirão. Todas as atividades foram realizadas em uma praça ao lado do metrô Artur Alvim (linha vermelha), na zona leste, em uma ocupação político-artística.

Diversos parceiros do Coletivo ajudaram a organizar as ações, que contaram com atividades de formação. Além de música, teatro, vídeo e oficinas, durante este período um monumento na praça em homenagem à classe trabalhadora foi construído.

O Coletivo dá o nome a isso de teatro perene, um esforço de colocar as ações, experiências e relações construídas nestes dias de ocupação cultural pra além deste próprio tempo.

Foram trabalhadores organizados que, ao pensarem o mundo onde vivem a partir de sua própria realidade, criaram e recriaram símbolos num processo de construção de outras possibilidades.

Em 15 dias de ocupação, foram realizadas 37 atividades e muita gente participando do processo todo.

No show de inauguração do monumento, que contou com a Banda Nhocuné Soul, havia cerca de 250 pessoas. Encerrada a ocupação, fica o Elefante. Quando o Elefante souber a força que tem, nunca mais precisará temer os ratos!

Crédito: Xandi Gonça/Lu Costa

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Carta de Julián Conrado ao presidente Hugo Chávez



Julián Conrado
“Mi fusil es mi guitarra y mis balas son versos de calibre bolivariano, mi táctica es la combinación de las notas musicales con la poesía y mi estrategia un mundo de paz con justicia y amor. Como sé que la paz en mi querida y sufrida Colombia debe pasar por una solución política del conflicto, seguiré dando todo de mi para lograr ese objetivo”.
O ACNUR (Alto Comissário das Nações Unidas para os Refugiados) aceitou
um processo de pedido de asilo para Julián Conrado. As condições em que foi detido são inaceitáveis, o seu destino suscita as mais sérias preocupações. Eis como descreve a situação a Coordenadora “Que no Calle el Cantor”:
“Tal como costumam fazer governos arbitrários que detêm pessoas ilegalmente para fazer a sua entrega ao estilo do Plano Condor, sem salvaguarda dos seus Direitos Fundamentais, “cego” perante a ausência de acusação e de processo legal que seja conhecido, Julián Conrado, preso e incomunicável na Direcção de Inteligência Militar (DIM), foi esta sexta-feira, 5 de Agosto, à 1h 50 m da tarde, retirado de La Carraca, em que esteve detido e incomunicável durante mais de sessenta e sete (67) dias, nos calabouços do DIM Boleíta, em Caracas. Perante este quase inverosímil absurdo, sendo sexta-feira à tarde e com um fim-de-semana pelo meio, a Coordenadora “Que no Calle el Cantor” e a FUNDALATIN exprimem a sua indignação perante uma tal arbitrariedade e dirigem um apelo ao Comandante Hugo Chávez no sentido de que imponha a ordem e a legalidade perante arbitrariedades tão evidentes, apelo que se dirige também à grande humanidade que tem demonstrado ao longo da sua vida”.
“Decidimos publicar a carta particular que Julián Conrado dirigiu ao Comandante Chávez em 9 de Junho, poucos dias após a sua detenção/sequestro”.[…]”É um apelo desesperado que confia ao seu sentido de justiça o compromisso humanitário para com um perseguido político doente, o respeito pelos seus direitos legais, e lhe pede, de bolivariano a bolivariano, refúgio numa zona de paz que impeça a sua entrega à tortura e à morte, seja na Colômbia ou nos EUA”.
Carta de Julián Conrado ao presidente Hugo Chávez
Comandante Presidente Hugo Chávez.
Querido Camarada:
Saúdo-te com um infinito sentimento patriota, e com a verdade pura e limpa com que nos recomenda que falemos o nosso Pai Libertador, passo a contar-te o seguinte:
O meu nome na luta pela paz com justiça e com amor é Julián Conrado (de baptismo Guillermo Torres) e sou, como Ely Primera, um cantor do povo.
Abri os olhos para a luz do mundo em Turbaco, uma povoação pegada com Cartagena, cidade para onde se dirigiu Bolívar quando da sua derrota em Puerto Cabello, e onde encontrou apoio suficiente para recompor as suas forças.
Daí seguiu pelo Rio Magdalena acima e combate após combate alcançou a vitória que foi a nossa independência em relação ao império espanhol.
Se a Bolívar tivesse sucedido que em Cartagena, em vez da mão solidária e amiga que lhe foi estendida, o tivessem prendido e entregado ao império espanhol, IRRA! Que tamanho não teria tido a sua dor?
Eu sou um patriota colombiano que chego à Venezuela depois de uma prolongada luta, velho e doente, procurando alívio para a minha saúde e com a ideia de, mais à frente, arranjar uma pequena quinta de um hectare, com galinhas poedeiras e animais de engorda onde conseguisse o meu sustento. E continuar, com a ajuda de Deus, a compor e a cantar canções para animar a luta dos povos na sua busca da liberdade e da felicidade.
É isso que faço desde criança.
É pura mentira dizer-se que tenho 20 anos de vida guerrilheira, eu sou guerrilheiro há mais de 40 anos; a diferença é que sou, não guerrilheiro militar mas guerrilheiro cantor, como Ely Primera, Victor Jara, Carlos Puebla, Ruben Blades, Sílvio Rodriguez e tantos outros. A minha espingarda é a minha guitarra e as minhas balas são versos de calibre bolivariano, a minha táctica é a combinação da poesia com as notas musicais e a minha estratégia é um mundo de paz com justiça e amor. Como sei que a paz na minha querida e sofredora Colômbia deve passar por uma solução política do conflito, continuarei a fazer tudo o que for capaz para alcançar esse objectivo.
Tanto tu como a Revolução Bolivariana têm estado presentes nas minhas canções, e se as escutares saberás o amor que sinto por ti e pelo povo venezuelano o que, logicamente, faz aumentar contra mim o ódio do Império e das oligarquias; quebra-me agora a alma que se possa truncar o meu novo trabalho, que são canções para a Nicarágua e Daniel, Bolívia e Evo, Uruguai e Pepe, Cuba e Fidel, Honduras, Equador e mais alguma coisa para a Venezuela; a única coisa que falta a esse trabalho é gravá-lo. Oxalá aconteça o milagre de que me deixem cantá-las para que as possas apreciar.
Não queria criar problemas ao teu governo, fiz todos os possíveis para o evitar, bati a algumas portas e não me abriram, apenas Lina Ron prometeu ajudar-me e um dia antes do encontro morreu a camarada.
Agora estou privado de liberdade e segundo o Santo vou ser extraditado, mas enfim, já o disse antes o Mestre Simón Rodriguez: inventamos ou erramos. Eu sei que tu podes, com o imenso poder da autoridade moral que possuis, inventar que o impossível se torne possível; para além do mais, existem acordos e leis internacionais que não autorizam a minha extradição.
“não permitas que pensem: era assim que o queríamos vê-lo. Não permitas que digam: havemos de o comer vivo” (Salmo 35).
Da minha esposa (que te ama, além do mais por ser “llanera” e para completar descendente de Maisanta) nada sei desde o dia da minha captura; ela ficou (se é que ainda está viva) apenas com a roupa com que dormia, sem dinheiro, doente e com problemas causados pela menopausa; o que estará a sofrer é indizível.
Por aqui os guardas, a partir do momento em que descobriram que eu não era o terrorista que lhes tinha sido pintado, têm-me tratado melhor. JÁ NÃO ESTOU ALGEMADO E COM OS OLHOS VENDADOS, COMO ESTIVE MAIS DE UMA SEMANA. Dizem-me que é possível conseguir uma guitarra para cantar; oxalá, porque se se cala o cantor cala-se a vida.
Despeço-me com um abraço “elyprimerano”.
Amando venceremos!
Julián Conrado

sexta-feira, 29 de julho de 2011

ÚLTIMA HORA: Cantor combatente Julián Conrado apareceu e admitem Habeas Corpus

Escrito por: Coordenadora “Que o cantor não se cale”
Com a consigna AMANDO VENCEREMOS, Julián se dirige ao mundo
Carta aos povos do mundo publicada aqui


CARACAS, 22 de julho, 2011, TRIBUNA POPULAR TP.- Hoje sabemos que se encontra em Boleíta, na sede da Direção Geral de Inteligência Militar (DIM) em Caracas. Há 52 dias incomunicável e sequestrado. Manda uma Carta que pode ser lida aqui:
Coordenadora "Que o cantor não se cale"
Como sabe o mundo, no dia 31 de maio, em uma operação conjunta das polícias venezuelana e colombiana, foi detido-sequestrado ilegalmente na Venezuela, no estado de Barinas, o cantor e compositor revolucionário colombiano Julián Conrado. Atualmente, não se sabe se tramita o “procedimento legal” para sua entrega ao governo da Colômbia, país no qual há 7501 (agora seria mais 1) presos políticos, produto da guerra civil que assola o país irmão há mais de sessenta anos, os quais têm seus direitos humanos violados e o devido processo negado.
Com palavras de Julián, entregá-lo à Colômbia seria “… a tortura e a morte...”.
Hoje sabemos que se encontra em Boleíta, na sede da Direção Geral de Inteligência Militar (DIM) em Caracas. Há 52 dias incomunicável e sequestrado. Assim como nosso comandante Chávez, para desmentir sua renúncia, da base militar de Turiamo, onde também se encontrava desaparecido e sequestrado em abril de 2002, conseguiu a ajuda de seu cabo da Guarda Nacional Juan Bautista Rodríguez, os “Cabos de Três Sóis”; nosso cantor, Julián, conseguiu a solidariedade de um humilde soldado bolivariano que nos fez aparecer o trovador da selva através de umas linhas de agradecimento que poderão ser lidas à continuação.
Julián nos faz chegar sua luz das sombras do encerro, por meio de uma carta de agradecimento às pessoas decentes do mundo que compreendem o valor da solidariedade e a importância da defesa intransigente do Direito Internacional Humanitário. Diz assim (anexamos cópia fiel e idêntica da mesma):

Imagem da carta de Julian Conrado ao mundo

CARTA DE JULIÁN CONRADO, DA PRISSÃO NA VENEZUELA
Caracas, dia do aniversário de Mandela, 2011
Irmãos e irmãs de todas as partes do mundo que me brindam solidariedade. Do meu cativeiro na República Bolivariana da Venezuela, agradeço-lhes o apoio e o valor que me dão para seguir adiante.
Sei que de acordo com os tratados, com as leis internacionais e as próprias leis da Venezuela, minha extradição à Colômbia ou aos Estados Unidos não é possível; e o Comandante Chávez sabe perfeitamente que nenhuma razão de Estado pode estar, jamais, acima dos direitos inerentes à pessoa humana e dos princípios revolucionários; sabe, ademais, o camarada Chávez, que essa decisão não teria outro significado que o da tortura e a morte; e Che disse muito claro: “a qualidade mais linda de um revolucionário é sentir no mais profundo qualquer injustiça cometida contra qualquer um em qualquer parte do mundo”.
De qualquer forma, quero que saibam que aconteça o que acontecer, nem me renderei nem trairei; definitivamente o coração não me deixa outra opção: onde esteja e como esteja continuarei sendo fiel à formosa causa da paz com justiça e com amor. Bem… é o que já disse meu irmão Alí Primera: “Não só de vida vive o homem”.
Comento-lhes que não deixei de cantar e que tenho duas novas canções, quando o problema do meu asilo se resolva vocês as conhecerão.
Um abraço de todo coração.
AMANDO VENCEREMOS!
Julián Conrado

DECLARAÇÃO DA COORDENADORA: “QUE O CANTOR NÃO SE CALE”
Além disso, como Coordenadora “Que o cantor não se cale”, devemos informar que desde o dia 11 de junho assumimos a defesa legal-formal de Julián Conrado diante do Quinto Juizado de Primeira Instância em Função de Controle do Circuito Judicial Penal da Área Metropolitana de Caracas, correspondendo ao caso: Nº 5C-678-11, com o expediente Nº 678-11, diante do Juiz Braulio José Sánchez Martínez, recebendo “NOTIFICAÇÃO DO JUIZADO”, com data de 21 de julho (aos 51 dias de seu desaparecimento-sequestro) na qual nos informa: “… este juizado, em decisão desta mesma data emitiu as seguintes pronúncias: ‘Primeiro: Admite-se o pedido apresentado pelo cidadão advogado… de amparo judicial da liberdade e segurança pessoal (Habeas Corpus) em favor do cidadão GUILLERMO ENRIQUE TORRES CUETER, tudo em conformidade com o estabelecido no artigo 27 da Constituição da república Bolivariana da Venezuela, e os artigos 38,39,40 e 41 da Lei Orgânica de Amparo sobre direitos ou garantias Constitucionais; SEGUNDO: Determina oficiar aos cidadãos: Ministro do Poder Popular para as Relações Interiores e Justiça, ao Diretor do Corpo de Investigações Científicas, Penais e Criminalísticas e ao Diretor do Serviço Bolivariano de Inteligência Nacional, para que dentro das vinte e quatro (24) horas seguintes ao recebimento do pedido de informação de resposta, notifique ao Promotor Superior do Ministério Público para que designe um representante fiscal para que intervenha no trâmite, comprovação e decisão da ação de amparo interposta’…”
Com estes pequenos avanços, hoje podemos nos alegrar, mas nunca descansar. É o começo do princípio de uma etapa de luta legal e de justiça que apenas começa, tentando regulamentar em direito sua situação de sequestrado-desaparecido. Nunca esqueçamos que a pretensão do governo criminoso colombiano é a extradição final aos Estados Unidos, como nos lembrou Julián em sua carta de agradecimento aos povos solidários e justos do mundo.
Será que já receberam a recompensa de 2.5 milhões que o subsecretário de Estado dos Estados Unidos para a América Latina, Arturo Valenzuela, tinha oferecido por sua captura? Não sabemos. Mas o pagamento será efetuado “… ao final da operação do sequestro-detenção com a entrega final”. Aguemos a festa. Que o champagne esquente.
"... a vida é muito perigosa. Não pelas pessoas que fazem mal, mas pelas que se sentam ao ver o que passa..."
Albert Einstein
Coordenadora: “Que o cantor não se cale”
ASILO POLÍTICO PARA JULIÁN CONRRADO
A consigna é: AMANDO VENCEREMOS!!!

http://www.tribuna-popular.org/index.php/internacional/solidariedade/8719-ultima-hora-aparecio-julian-conrado-e-admitem-habeas-corpus
http://www.tribuna-popular.org
TRIBUNA POPULAR
Redação

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Julián Conrado y Christian Pérez, juglares bolivarianos de la revolución


ABP
2011-06-15-abpnoticias-Jesús Santrich, integrante del Estado Mayor Central de las FARC-EP - Resistencia Colombia.org- “Por muy oscura que sea la prisión, no dejará de brillar la razón”. Julián Conrado/
Qué decir de Julián Conrado, el cantor de la insurrección, que no exprese nuestra admiración y orgullo por su condición de revolucionario pleno de amor por el pueblo y la causa de la emancipación bolivariana. Ese ha sido su delito; es decir, la lucha que hoy desde el imperio y con el coro de los pusilánimes y serviles se estigmatiza con más fuerza que nunca, como terrorismo.