Olá,
Gostaria de convidar os camaradas do Coletivo cultural Rosa do Povo a
conhecerem meu http://inti-arte.blogspot.com/ . Venho adicionando desenhos
e ilustrações que faço há algum tempo.
Por todas as noites, A cada Esquina da cidade Coisas acontecem Muito mais que sombras ou contornos no escuro Muito mais que balbuciados no silêncio Repetindo a cada dia Sinfonias mais que urbanas Sobrias ou insanas Quem se importa? Como poesias pichadas em muros da fabricas agora com o carimbo "Censuradas" ou como rosas diante do caos reacionário babando odio noticiados nos intervalos das novelas de TV Quem se importa?
E a noite continua Todas em uma, a mesma em todas Porém uma centelha brilha por que atéas noites também caem, Como os desertos corações Dos tantos que choram por paixões Sim, alguém se importa. Heitor Cesar Oliveira, de algum lugar do Rio de Janeiro
Sinopse: Baseado no romance "A Festa do Bode", do escritor Mario Vargas Llosa, "O Ditador" narra a história de Urania Cabral, uma inteligente advogada de Manhattan que retorna à terra natal, República Dominicana, depois de 30 anos de ausência. Em busca do passado, ela se reencontra com seu pai, um homem que um dia foi o Presidente do Senado e o braço direito do ditador Ramfis Trujillo. Um belo e sensível filme que relata a história de homens que sacrificaram suas vidas em busca da liberdade. Homens que desafiaram o governo de um dos ditadores mais cruéis da América Latina.
Após a exibição do filme, haverá debate.
Serão concedidos certificados aos participantes.Os 25 primeiros que chegarem terão direito a pipoca e guaraná grátis!
Inspirai a minha lira
Oh! Deuses da liberdade;
Alimentai-vos meus versos
Com as tintas da igualdade
Para que eu possa cantar
A saga de uma cidade.
Ao escrever o poema,
Onde a métrica cadencia
Em notas, as rimas rubras
Que dar ritmo a poesia,
Homenageio a Comuna
Que venceu a tirania.
Neste combate entre as classes,
A operária apostou alto.
No modo de produção
Projetou um grande salto
E Marx disse: - Eles ousaram
Ao tomar os céus de assalto.
Foi em março de oitocentos
E setenta e um lá na França,
Que povo trabalhador
Foi parteiro da mudança
Construindo o embrião
No berçário da esperança.
Das revoltas sociais
A opressão é a matriz.
No calendário das lutas
A história é quem nos diz:
- Proclamou-se a igualdade
Na comuna de Paris.
Foi em 18 de março
O levante proletário.
Essa revolta classista
Foi fato extraordinário.
O povo foi ao poder
Sob o comando operário.
A revolta teve início
Só pela indignação
Do povo da capital
Contra a mais vil traição
Daquela elite econômica
Que dominava a nação.
A república Francesa
Com outra nação guerreava.
Guerra Franco-Prussiana
O confronto se chamava,
Pois era contra a Alemanha
Com quem a França lutava.
O exército prussiano
Estando mais preparado,
Avançava palmo a palmo
Do objetivo traçado:
Derrotar o inimigo
E mantê-lo dominado.
Foi Napoleão Terceiro
Derrotado facilmente,
E foi feito prisioneiro
Pelo exército oponente
E da França Adolfhe Thiers
Foi eleito Presidente.
As províncias francesas
Numa eleição desigual
Elegeram monarquistas
A Assembléia Nacional
Que defendiam que a França
Se desarmasse geral.
Sob o domínio alemão
A França subjugada,
A alta estima dos franceses
De certa forma apagada
E a autonomia francesa
Sendo por fim esmagada.
Contra a política entreguista
Em Paris houve um levante.
Operário com soldado,
Pequeno comerciante,
Literatos e artistas
Levaram a luta adiante.
A Guarda Nacional
Aliada aos proletários
Uniu-se a população
Tendo à frente os operários
Para defender Paris
Dos burgueses sanguinários.
A batalha foi sangrenta
Com mortes de lado a lado.
A frente destes combates
Estava o operariado
Construindo um mundo novo
Sem patrão, sem explorado.
Dezoito do mês de março
A revolta triunfou.
O Governo, derrotado,
De Paris se retirou
E o povo parisiense
A vitória festejou.
Agora que os explorados
Governavam a cidade
Trataram de transformar
A velha sociedade.
Com muita democracia
Sedimentando igualdade.
O povo vitorioso
Agora estava feliz
Nas ruas, vias e praças
Pisavam na flor de lis,
Cantando e fazendo festa
Pelas ruas de Paris.
Mas, no entanto era preciso
A cidade governar.
Botar em prática o programa
Que fez o povo avançar
Com lágrima, suor e sangue
E o capital derrotar.
Formaram logo o Governo
De caráter proletário.
Em todo e qualquer projeto
Tinha o traço solidário,
Sendo tudo dividido
Com teor igualitário.
Socorreram aos que tem fome
Dando-lhes o que comer,
Repartindo o vinho e o pão
Fez a força renascer
No seio daquele povo
Que rompeu com seu sofrer.
A comuna proletária
Pôs o projeto em ação.
Foi do trabalho noturno
Decretado a abolição
E as oficinas fechadas
Entraram logo em ação.
O Núcleo de Cultura da UJC, o MêNêLêMê e o Lutarmada convidam a todos para o curso de música com noite cultural.
O tema, Black Music Norte-Americana e sua influência no Hip-Hop Brasileiro, vem bem a calhar com este friozinho e a vontade de ficar perto dos amigos, por isso, vocês estarão lá!
Local: Manoel Congo (Cinelândia)
Data: 16 e 17 de julho
Horários:
16.07 - a partir das 15hs (primeiro módulo)
17.07 - a partir das 10hs (último módulo)
Aproveito para informá-los que rifaremos uma garrafa de rum Cubano, presente do nosso grande amigo Heitor, O César.
No fim da tarde de janeiro o sol esconde-se, ligeiro. Poente antecipado, nuvens de concreto armado. Em suave degradée, o rosa do oeste ao norte se vê.
Em outro norte, também do sul, o mosaico de fumaça não respeita coordenadas geográficas. Jovens vozes, aos gritos, fazem-se ouvir no Egito. Clamam e bradam, povo, para, pelo e apesar do globo.
Juro sobre meus joelhos doloridos
E garganta ardida
dedicação
Prometo esforço dobrado
fazer vocês
melhores do que já são.
Prometo conteúdos desveladores
Das sutilezas contidas
Em determinadas misérias humanas
Não falarei de datas
Nem dos que dão nomes as ruas e praças
E seus fatos geralmente sem graça
A história é outra.
Nela fervem anônimos atores
Sem datas
Que não constam em nominatas.
São heróis
os que cotidianamente
combatem
Na linha de frente
Em diferentes frentes
A burguesia cínica
Seus cínicos e mercenários combatentes
Ofereço
O debate franco
Problematizações
E, sem ser neutro,
Nem geógrafo:
O Norte do que acredito
A saber
A inacabada pedagogia da promoção humana
Afetivamente combinada
Com Vigotsky desejava.
O professor que lhes falou de Matrix
Das falsas aparências superestruturais
Empenha-se para entregar-lhes
A pílula avermelhada
uma segunda leitura
Rebate da realidade pasteurizada
Pela imprensa covarde
Mercantilizada
Nesta greve
Perdoem por danos causados
Não estou matando aula
Estou aprendendo com vocês
Perdoe-me Lênin
Neste momento a recusa do passo atrás
Mao é longa a marcha
E eu só preciso de uma bota de sete léguas
Retroceder agora
é abrir flanco para o retrocesso
Por isso eu lhe peço
Vamos avançar.
Se o pelotão recuar
Seguirei firme por saber que você estará comigo
Em nome da dignidade
Quero meu código de honra
Pode lançar 61
"Desaparecido, ainda assim Julián Conrado canta e fala"
Pacto de São José 1969
“A República Bolivariana da Venezuela
Como Estado, concordou:
‘Em nenhum caso
o extrangeiro
pode ser expulso
ou devuelto a outro país,
seja ou não de origen,
onde seu direito a vida
ou a liberdade pessoal está em risco
de violação. A causa de raça,
nacionalidade, religião, condição social
ou de suas opiniões políticas.’”
Em 1 de junho, numa operação conjunta das policías venezuelana e colombiana, foi detido ilegalmente na Venezuela, estado de Barinas, o cantor e artista revolucionário colombiano Julián Conrado. Atualmente, é desconhecido se está em curso o “procedimento legal” para sua entrega ao governo da Colombia, país no qual há 7500 (agora mais 2) presos políticos, produto da guerra civil que assola o país irmão há mais de seis décadas, os quais são violados seus direitos humanos e negado o devido processo.
É alarmante que há quase um mês de sua detenção (sequestro - desaparecimento?) e diante das numerosas solicitações internacionais de outorgar ao companheiro Julián Conrado o direito à defesa e o status de refugiado político, não exista informação clara de seu paradeiro assim como nenhum tipo de resposta oficial à respeito, além das declarações de Juan Manuel Santos [presidente da Colombia] e do subsecretário de Estado para Latinoamérica, Arturo Valenzuela, celebrando a futura entrega e a solicitação pública de extradição do governo dos Estados Unidos que resenham diversos meios de desinformação, com o futuro pagamento de dois milhões e meio de dólares a seu carrasco.
Um grupo de comunicadores populares na Venezuela, latinoamericanos e europeus, preocupados pela censura midiática imposta a outra crueldade do terrorismo imperial e frente a falta de mobilização e informação à respeito, decidimos tornar público um material inédito resgatado de nossos arquivos no qual este extraordinário artista nos deleita com o canto e expressa sua profunda e sentida palavra bolivariana, comprometida com os povos em luta. Sirva isso para reiterar nossa indignação e nosso grito de rebeldia frente esta nova infâmia, e ratificar a exigência coletiva de sua liberdade, demonstrando mais uma vez, a gravidade de seu “desaparecimento” forçado, o que significa entregá-lo às garras do império que o exige como presa natural de sua dominação, aumentando assim as inúmeras violações dos Direitos Humanos, do direito público e internacional reforçando a política sistemática imperialista de subjugação dos povos libertários e sua impunidade criminosa.
2011-06-15-abpnoticias-Jesús Santrich, integrante del Estado Mayor Central de las FARC-EP - Resistencia Colombia.org- “Por muy oscura que sea la prisión, no dejará de brillar la razón”. Julián Conrado/
Qué decir de Julián Conrado, el cantor de la insurrección, que no exprese nuestra admiración y orgullo por su condición de revolucionario pleno de amor por el pueblo y la causa de la emancipación bolivariana. Ese ha sido su delito; es decir, la lucha que hoy desde el imperio y con el coro de los pusilánimes y serviles se estigmatiza con más fuerza que nunca, como terrorismo.
O PCB (Partido Comunista Brasileiro) divulgou os nomes dos ilustradores selecionados para participarem do primeiro volume da obra Outros Outubros Virão! A História do PCB em Quadrinhos. São eles:
Rosali A. Colares Marcus Beckenkamp Luciano Irrthum Luiz Brazileiro
O primeiro volume contará a história do movimento comunista brasileiro de 1917 até 1963, e será lançado em março de 2012. O segundo volume engloba o período entre 1964 e 2012, e será lançado em setembro do mesmo ano.
Maiores informações: http://pcb.org.br/portal/pcb.org.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=2542
Candido Portinari nasceu no dia 29 de dezembro de 1903, numa fazenda de café em Brodoswki, no Estado de São Paulo. Filho de imigrantes italianos, de origem humilde, recebeu apenas a instrução primária de desde criança manifestou sua vocação artística. Aos quinze anos de idade foi para o Rio de Janeiro em busca de um aprendizado mais sistemático em pintura, matriculando-se na Escola Nacional de Belas Artes. Em 1928 conquista o Prêmio de Viagem ao Estrangeiro da Exposição Geral de Belas-Artes, de tradição acadêmica. Vai para Paris, onde permanece durante todo o ano de 1930. Longe de sua pátria, saudoso de sua gente, Portinari decide, ao voltar para o Brasil em 1931, retratar nas suas telas o povo brasileiro, superando aos poucos sua formação acadêmica e fundindo a ciência antiga da pintura a uma personalidade experimentalista a antiacadêmica moderna. Em 1935 obtém seu primeiro reconhecimento no exterior, a Segunda menção honrosa na exposição internacional do Carnegie Institute de Pittsburgh, Estados Unidos, com uma tela de grandes proporções intitulada CAFÉ, retratando uma cena de colheita típica de sua região de origem.
De nuevo en un escueto comunicado del Ministerio del Poder Popular de Interior y Justicia (MPPIJ), se informa que en el estado Barinas fue detenido el cantautor y combatiente revolucionario, Guillermo Enrique Torres Cueter, conocido por su nombre artístico como Julián Conrado, presentado, otra vez por el organismo de Estado venezolano como un delincuente solicitado por la Interpol y que sería entregado, otra vez sin fórmula de juicio, al gobierno terrorista de Colombia.
“se informó a las autoridades del Gobierno de la República de Colombia, y se iniciaron los trámites correspondientes para colocarlo a la orden de la justicia de ese país, según los procedimientos correspondientes”, señala el comunicado del MPPIJ.
En el caso anterior del periodista y director de ANNCOL, Joaquín Pérez Becerra, también acusado por los gobierno de Colombia y calificado por el de Venezuela como “terrorista”, el Presidente Chávez, asumiendo toda la responsabilidad, pero no dando a conocer las razones, lo entregó a Colombia de donde había salido hace casi 20 años huyendo de la represión y la muerte.
Es conocido que durante estos casi 12 años del Gobierno venezolano del Presidente Chávez, que se define como revolucionario y bolivariano, otros casos similares han permitidos que militantes de movimientos sociales y políticos de carácter revolucionarios, hayan sido entregado a los gobiernos que lo perseguían por su compromiso y consecuencia revolucionaria.
Una de las características propias de un Estado con gobierno revolucionario con perspectiva socialista o, menor aun, solo progresista, pero que enfrenta con dignidad y soberanía al imperialismo, lo cual el Gobierno de Venezuela ha demostrado su carácter antiimperialista, es la de solidarizarse con las luchas que cada pueblo asume por su emancipación y su territorio se convierte en espacio de defensa de la vida para los perseguidos políticos.
En el caso de Conrado, el presidente colombiano celebrando la captura de este combatiente, apuntó otros detalles preocupantes y reveladores. Durante la ceremonia de graduación de oficiales en la Escuela Militar de Cadetes ‘José María Córdova’, de Bogotá, el mandatario destacó el operativo de detención, contó con la ayuda de autoridades colombianas.
“El día de antes de ayer, en una operación que realizó el Gobierno venezolano, con ayuda de autoridades colombianas –inteligencia de nuestra Policía- se capturó a ‘Julian Conrado’”, a quien califica de narco terrorista.
Lo revelador de esta aseveración de Santos, es que existiría un “acuerdo” entre el Presidente Chávez y Santos para la cooperación a nivel de servicios de inteligencias para la captura de combatientes colombianos que han llegado a nuestro país para salvar sus vida de la persecución y las masacres que comete la oligarquía colombiana, como es de todos conocidos.
Si ya es de gravedad este acuerdo, lo que es peor aún y que es de todos conocidos, la relación y ayuda a nivel de los servicios de inteligencia y militar que existe entre el Mossad israelí y la CIA estadounidense con el Gobierno y Estado colombiano para perseguir, a lo que ellos llaman “terroristas” y que son los militantes revolucionarios de todo el mundo que luchan por hacer realidad esa hermosa consigna de que “OTRO MUNDO ES POSIBLE”.
Por lo que no es exagerado señalar que con este “acuerdo” de cooperación entre servicios de inteligencia de Colombia y Venezuela, indirectamente y creemos que sin quererlo, se está haciendo el juego y/o siendo parte de la red mundial del imperialismo para capturar a cuadros revolucionarios de izquierda con el objetivo de destruir las luchas de nuestros pueblos.
El Partido Comunista de Venezuela (PCV), con el caso de Pérez Becerra, ya advirtió en la necesidad de desarrollar un debate nacional e internacional sobre la entrega de revolucionarios al gobierno narcoparamilitar de Colombia y solicitó al Partido Socialista Unido de Venezuela (PSUV) buscar un espacio para analizar esta situación que se ha creado, pero hasta el momento ese espacio no se ha logrado.
Esta nueva situación creada con la detención de “Julián Conrado” y el compromiso de entrega inmediata que el MPPIJ señaló en su comunicado, sin tomar en cuenta las leyes nacionales e internacionales y la propia Constitución Bolivariana de Venezuela, debemos advertir, a través de Tribuna Popular en espera de un comunicado oficial del PCV, a las y los revolucionarios del mundo, que Venezuela ha dejado de ser un lugar seguro para los luchadores populares.
Por último cabe señalar que en el día de hoy, el Presidente Santos recordó que luego de la operación Fénix, en la que fue abatido ‘Raúl Reyes’, las autoridades colombianas creyeron inicialmente que uno de los guerrilleros dados de baja era alias ‘Julián Conrado’, lo cual quedó descartado al realizar las verificaciones del caso.
“Hoy está a buen recaudo y el Presidente Chávez nos ha dicho que nos lo va a entregar”, agregó el Presidente Santos al celebrar la captura.
Desde Tribuna Popular expresamos toda nuestra solidaridad y compromiso revolucionario con el combatiente Julián Conrado y serán nuestra páginas expresión de la solidaridad internacionalista y de combate por su libertad y la de todos los combatientes antiimperialistas del mundo.
¡Exigimos aplicar los derechos que la Constitución Bolivariana de Venezuela!
Que su caso sea sometido por los Tribunales de Justicia guardando, al menos, el debido proceso y respeto por los derechos del combatiente detenido.
Tira-me o pão, se quiseres,
tira-me o ar, mas não
me tires o teu riso.
Não me tires a rosa,
a lança que desfolhas,
a água que de súbito
brota da tua alegria,
a repentina onda
de prata que em ti nasce.
A minha luta é dura e regresso
com os olhos cansados
às vezes por ver
que a terra não muda,
mas ao entrar teu riso
sobe ao céu a procurar-me
e abre-me todas
as portas da vida.
Meu amor, nos momentos
mais escuros solta
o teu riso e se de súbito
vires que o meu sangue mancha
as pedras da rua,
ri, porque o teu riso
será para as minhas mãos
como uma espada fresca.
À beira do mar, no outono,
teu riso deve erguer
sua cascata de espuma,
e na primavera, amor,
quero teu riso como
a flor que esperava,
a flor azul, a rosa
da minha pátria sonora.
Ri-te da noite,
do dia, da lua,
ri-te das ruas
tortas da ilha,
ri-te deste grosseiro
rapaz que te ama,
mas quando abro
os olhos e os fecho,
quando meus passos vão,
quando voltam meus passos,
nega-me o pão, o ar,
a luz, a primavera,
mas nunca o teu riso,
porque então morreria.
Exposição de Caricaturas Políticas de Gerardo Hernández Nordelo
de 4 a 17 de Junho
Noite de Inauguração e Celebração
Sábado 4 de Junho De 19 às 22 horas
na antiga Prisão de Venice (SPARC) 685 N. Venice Blvd Venice, CA 90291
(VENICE, 16 de Maio de 2011) O Comitê Internacional pela Libertação dos 5 Cubanos e o Centro de Recursos de Arte Social e Pública - SPARC- em comemoração de seu 35º aniversario: construindo uma ponte cultural entre comunicadores e produtores de arte, mais o Comitê Honorário: Atores e Artistas Unidos pela Libertação dos 5 Cubanos, apresentam: "Humor desde o cárcere", uma amostra de caricaturas políticas de Gerardo Hernández Nordelo.
O Comitê Honorário de Atores e Artistas Unidos pela Libertação dos 5 inclui entre outros: Edward Asner, Jackson Browne, James Cromwell, Mike Farrell, Danny Glover, Ed Harris, Graham Nash, Susan Sarandon, Martin Sheen e Oliver Stone.
Esta exposição será inaugurada no sábado, 4 de junho e encerrada na sexta-feira, 17 de junho, na galeria da antiga Prisão de Venice. Incluirá trabalhos do ilustrador e cartunista da editoria de política, Matt Wuerker e o criador da caricatura nacionalmente conhecida como "La Cucaracha", Lalo Alcaraz.
A abertura se realizará em 4 de junho de 19h00 às 22h00, coincidindo com o aniversário de Gerardo que nesse dia cumpre 46 anos. O programa incluirá un painel de discussão com Judy Baca, Fundadora e Diretora Artística de SPARC, Emily Winters muralista e co-fundadora do Concílio para as Artes de Venice, e Carol A. Wells, Fundadora e Diretora Executiva do Centro para o Estudo de Políticas Gráficas. Alicia Jrapko, coordenadora do Comitê Internacional pela Libertação dos 5 oferecerá uma atualização do caso dos 5 Cubanos.
o humor acompanhou Gerardo Hernández Nordelo desde sua infância. O amor à humanidade e um grande sentido de responsabilidade é parte de sua filosofía de vida. Até nos momentos mais difíceis, não deixou de sorrir diante da adversidade. Gerardo é um dos Cinco prisioneiros políticos cubanos em prisões dos Estados Unidos desde 1998. Encontra-se cumprindo duas cadeias perpétuas mais 15 anos na prisão de Victorville, California. Gerardo, junto aos seus quatro companheiros de causa: Ramón Labañino, Fernando González, Antonio Guerrero y René González, são conhecidos internacionalmente como os 5 Cubanos. Eles foram sentenciados num julgamento carente de garantías celebrado em Miami a longas e injustas condenações.
A missão desses homens era monitorar as atividades das organizações responsáveis pelos atentados terroristas contra Cuba com base em Miami.
Pela exigência de sua liberdade se somaram as vozes de 10 Prêmios Nobel, 6000 intelectuais, governos, religiosos, sindicalistas, juristas e organizações de direitos humanos de todo o mundo.
Quando a noite parece eterna e o frio nos quebra a alma. Quando a vida se perde por nada e o futuro não passa de uma promessa. Nos perguntamos: vale a pena?
Quando a classe parece morta e a luta é só uma lembrança. Quando os amigos e as amigas se vão e os abraços se fazem distância. Nos perguntamos: Vale a pena?
Quando a história se torna farsa e outubro não é mais que um mês. Quando a memória já nos falta e maio se transforma em festa. Nos perguntamos: vale a pena?
Mas, quando entre camaradas nos encontramos e ousamos sonhar futuros. Quando a teoria nos aclara a vista e com o povo, ombro a ombro, marchamos. Respondemos: vale a pena viver, quando se é comunista.