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quinta-feira, 14 de março de 2013
Do branco oco na janela vazia
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Gabi Santos,
poesia
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Não sou Clarice
Eu não tenho a minima pretensão em ser poeta
Quero inundar os olhos de ninguém com palavras sem fim
Rabiscar sentimentos
Tão despretensiosos quanto meu viver
Não entendo de métrica e rima
Não sou Clarice
Sou pequenina, desajeitada
Às vezes me finjo furacão
Outras pareço dias de sol
Meu teatro é meu segredo
E que não se abram as cortinas
Dispenso aplausos no salão
Nenhum holoforte
Quero viajar dentro de mim
Descobrir as cores que me pintam
Sozinha, nos meus delírios mais secretos
Não entendo de métrica e rima
Não sou Clarice
Sou pequenina, desajeitada
Às vezes me finjo furacão
Outras pareço dias de sol
Meu teatro é meu segredo
E que não se abram as cortinas
Dispenso aplausos no salão
Nenhum holoforte
Quero viajar dentro de mim
Descobrir as cores que me pintam
Sozinha, nos meus delírios mais secretos
GABI SANTOS
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