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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

TSJ ordenó la inmediata libertad de “Julián Conrado”, el “cantante” de las Farc












(Caracas, 9 de enero – Nota de prensa).- La Sala de Casación Penal del Tribunal Supremo de Justicia, en ponencia conjunta, declaró desistida la extradición pasiva en contra del ciudadano de nacionalidad colombiana Guillermo Enrique Torres Cueter -alias Julián Conrado-, en virtud de que Colombia dispuso retirar y cancelar las solicitudes de extradición requeridas a Venezuela.
En vista de lo anterior, la Sala del Alto Juzgado venezolano ordenó el levantamiento de la medida judicial privativa preventiva de libertad dictada contra el mencionado ciudadano por el Juzgado Vigésimo Sexto de Primera Instancia en Funciones de Control del Circuito Judicial Penal del Área Metropolitana de Caracas. Asimismo la Sala del TSJ ordenó su inmediata libertad y se libre la correspondiente boleta de excarcelación.
Este ciudadano se encontraba preventivamente a las órdenes del mencionado tribunal mientras se recibían los argumentos del Gobierno colombiano que avalaban la extradición pasiva requerida, por la comisión de los delitos de desaparición forzada de personas y reclutamiento ilícito. Posteriormente se recibió otra petición de extradición por parte de Colombia por los delitos de secuestro extorsivo agravado, desaparición forzada y tortura en persona protegida.
Sin embargo, el 26 de diciembre de 2013, el Viceministro de Asuntos Multilaterales y Encargado de las Funciones del Despacho de la Ministra de Relaciones Exteriores de la República de Colombia, Carlos Arturo Morales López, mediante Nota Verbal DM.DIAJI N° 2845 comunicó a la cancillería venezolana la decisión de la República colombiana de “retirar y cancelar, con carácter inmediato, las solicitudes de extradición presentadas respecto del señor Guillermo Enrique Torres Cueter, alias Julián Conrado”.
En la misma fecha el canciller venezolano, Elías Jaua Milano, envió una misiva a la presidenta del Tribunal Supremo de Justicia, magistrada Gladys María Gutiérrez Alvarado, en la que informó que el Gobierno de Colombia decidió retirar la solicitud de extradición hecha sobre Guillermo Enrique Torres Cueter, para que en consecuencia se actúe en el ámbito de sus competencias.
Al respecto la Sala de Casación Penal del TSJ precisó en su decisión que “al ser retirada y cancelada la solicitud formal de extradición por parte de la República de Colombia, lo ajustado a Derecho y procedente es declarar desistida la solicitud de extradición pasiva, iniciada con motivo de la petición realizada por la Fiscalía Vigésima del Ministerio Público a Nivel Nacional con Competencia Plena, en contra del ciudadano Guillermo Enrique Torres Cueter”.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Cantores venezuelanos se pronunciam pela liberdade de Julián Conrado


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Pela Coordenadoria "QUE NO CALLE EL CANTOR" / FUNDALATIN

Segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012 19:31

«Parte dessa herança é Julián Conrado», nos disse Sol Musset. Lilia Vera: «...Acreditamos no asilo, sobretudo porque o que ocorreu com Juliám Conrado é uma violação de seus direitos humanos. Nós cantores abraçamos a luta deste companheiro...»

Cantores venezuelanos se pronunciam pela liberdade de Julián Conrado

"... a vida é muito perigosa. Não pelas pessoas que fazem o mal, mas pelas que se sentam e assistem ao que acontece..."
Albert Einstein

“Se não nos deixam sonhar, não os deixaremos dormir”
Dos Indignados em Barcelona.
Recopilado por Eduardo Galeano

Pela Coordenadoria “QUE NO CALLE EL CANTOR” / FUNDALATIN

De maneira decidida, cantores venezuelanos se pronunciam pela liberdade de Julián Conrado, como digno representante do canto comprometido e continuador da obra de Alí Primera. «Parte dessa herança é Julián Conrado», nos disse Sol Musset. Lilia Vera: «...Acreditamos no asilo, sobretudo porque o que ocorreu com Julián Conrado é uma violação de seus direitos humanos. Nós cantores abraçamos a luta deste companheiro...» O aragüeño Agua Salá expressa sem nenhuma dúvida: «Como cantor peço... que se dê a liberdade a esse companheiro que pe a voz de muitos seres humanos». Alí Manaure:«Nós amamos a paz, porém, como defende o próprio Julián, não existirá paz se não houver justiça e nem amor...» Sandino Primera: «Julián representa a esperança...» Estas foram parte das declarações ditas por algumas das figuras do canto comprometido que se solidarizaram publicamente com a liberdade do cantor e compositor preso e em perigo de ser extraditado à Colômbia, somando suas vozes aos clamores do mundo todo que pedem a liberdade do artista e impedem o desenvolver das funestas intenções que justificam a entrega por «conveniência política»

As opiniões emitidas neste vídeo refletem claramente o grande significado político e ético embutido no caso para os setores revolucionários que apoiam a revolução bolivariana e o Presidente Chávez, na Venezuela e no mundo. Tal como propõe uma voz solidária anônima num e-mail, os que sustentam a tese da entrega, «estariam condenados a mais arrasadora condenação histórica» Ainda a respeito do assunto, uma frase d’O Libertador, recopilada pelo cantor Alí Manaure, que nos ajuda a refletir sobre a solidariedade com o companheiro preso: “Feliz é aquele que correndo por entre os escombros da guerra, da política e das desgraças públicas, preserva sua honra intacta e se apresenta inocente ao exigir de seus próprios companheiros de infortúnio uma reta decisão sobre sua inculpabilidade".

Vídeos:




Outros materiais para o “combate” e a reflexão:





Pela derrota do Plano Colômbia nas terras de Bolívar!

Pelo fechamento da porta ao Plano Colômbia nas pátrias libertárias!

Liberdade e Asilo JÁ para Julián Conrado, o Alí Primera colombiano!

Amando, venceremos!

"Alí Costas Manaure"  alicostas.manaure@gmail.com
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"Tamanaco De la Torre"  tdelatorre2021@gmail.com
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Tradução: Maria Fernanda M. Scelza (PCB)

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Carta de Julián Conrado ao presidente Hugo Chávez



Julián Conrado
“Mi fusil es mi guitarra y mis balas son versos de calibre bolivariano, mi táctica es la combinación de las notas musicales con la poesía y mi estrategia un mundo de paz con justicia y amor. Como sé que la paz en mi querida y sufrida Colombia debe pasar por una solución política del conflicto, seguiré dando todo de mi para lograr ese objetivo”.
O ACNUR (Alto Comissário das Nações Unidas para os Refugiados) aceitou
um processo de pedido de asilo para Julián Conrado. As condições em que foi detido são inaceitáveis, o seu destino suscita as mais sérias preocupações. Eis como descreve a situação a Coordenadora “Que no Calle el Cantor”:
“Tal como costumam fazer governos arbitrários que detêm pessoas ilegalmente para fazer a sua entrega ao estilo do Plano Condor, sem salvaguarda dos seus Direitos Fundamentais, “cego” perante a ausência de acusação e de processo legal que seja conhecido, Julián Conrado, preso e incomunicável na Direcção de Inteligência Militar (DIM), foi esta sexta-feira, 5 de Agosto, à 1h 50 m da tarde, retirado de La Carraca, em que esteve detido e incomunicável durante mais de sessenta e sete (67) dias, nos calabouços do DIM Boleíta, em Caracas. Perante este quase inverosímil absurdo, sendo sexta-feira à tarde e com um fim-de-semana pelo meio, a Coordenadora “Que no Calle el Cantor” e a FUNDALATIN exprimem a sua indignação perante uma tal arbitrariedade e dirigem um apelo ao Comandante Hugo Chávez no sentido de que imponha a ordem e a legalidade perante arbitrariedades tão evidentes, apelo que se dirige também à grande humanidade que tem demonstrado ao longo da sua vida”.
“Decidimos publicar a carta particular que Julián Conrado dirigiu ao Comandante Chávez em 9 de Junho, poucos dias após a sua detenção/sequestro”.[…]”É um apelo desesperado que confia ao seu sentido de justiça o compromisso humanitário para com um perseguido político doente, o respeito pelos seus direitos legais, e lhe pede, de bolivariano a bolivariano, refúgio numa zona de paz que impeça a sua entrega à tortura e à morte, seja na Colômbia ou nos EUA”.
Carta de Julián Conrado ao presidente Hugo Chávez
Comandante Presidente Hugo Chávez.
Querido Camarada:
Saúdo-te com um infinito sentimento patriota, e com a verdade pura e limpa com que nos recomenda que falemos o nosso Pai Libertador, passo a contar-te o seguinte:
O meu nome na luta pela paz com justiça e com amor é Julián Conrado (de baptismo Guillermo Torres) e sou, como Ely Primera, um cantor do povo.
Abri os olhos para a luz do mundo em Turbaco, uma povoação pegada com Cartagena, cidade para onde se dirigiu Bolívar quando da sua derrota em Puerto Cabello, e onde encontrou apoio suficiente para recompor as suas forças.
Daí seguiu pelo Rio Magdalena acima e combate após combate alcançou a vitória que foi a nossa independência em relação ao império espanhol.
Se a Bolívar tivesse sucedido que em Cartagena, em vez da mão solidária e amiga que lhe foi estendida, o tivessem prendido e entregado ao império espanhol, IRRA! Que tamanho não teria tido a sua dor?
Eu sou um patriota colombiano que chego à Venezuela depois de uma prolongada luta, velho e doente, procurando alívio para a minha saúde e com a ideia de, mais à frente, arranjar uma pequena quinta de um hectare, com galinhas poedeiras e animais de engorda onde conseguisse o meu sustento. E continuar, com a ajuda de Deus, a compor e a cantar canções para animar a luta dos povos na sua busca da liberdade e da felicidade.
É isso que faço desde criança.
É pura mentira dizer-se que tenho 20 anos de vida guerrilheira, eu sou guerrilheiro há mais de 40 anos; a diferença é que sou, não guerrilheiro militar mas guerrilheiro cantor, como Ely Primera, Victor Jara, Carlos Puebla, Ruben Blades, Sílvio Rodriguez e tantos outros. A minha espingarda é a minha guitarra e as minhas balas são versos de calibre bolivariano, a minha táctica é a combinação da poesia com as notas musicais e a minha estratégia é um mundo de paz com justiça e amor. Como sei que a paz na minha querida e sofredora Colômbia deve passar por uma solução política do conflito, continuarei a fazer tudo o que for capaz para alcançar esse objectivo.
Tanto tu como a Revolução Bolivariana têm estado presentes nas minhas canções, e se as escutares saberás o amor que sinto por ti e pelo povo venezuelano o que, logicamente, faz aumentar contra mim o ódio do Império e das oligarquias; quebra-me agora a alma que se possa truncar o meu novo trabalho, que são canções para a Nicarágua e Daniel, Bolívia e Evo, Uruguai e Pepe, Cuba e Fidel, Honduras, Equador e mais alguma coisa para a Venezuela; a única coisa que falta a esse trabalho é gravá-lo. Oxalá aconteça o milagre de que me deixem cantá-las para que as possas apreciar.
Não queria criar problemas ao teu governo, fiz todos os possíveis para o evitar, bati a algumas portas e não me abriram, apenas Lina Ron prometeu ajudar-me e um dia antes do encontro morreu a camarada.
Agora estou privado de liberdade e segundo o Santo vou ser extraditado, mas enfim, já o disse antes o Mestre Simón Rodriguez: inventamos ou erramos. Eu sei que tu podes, com o imenso poder da autoridade moral que possuis, inventar que o impossível se torne possível; para além do mais, existem acordos e leis internacionais que não autorizam a minha extradição.
“não permitas que pensem: era assim que o queríamos vê-lo. Não permitas que digam: havemos de o comer vivo” (Salmo 35).
Da minha esposa (que te ama, além do mais por ser “llanera” e para completar descendente de Maisanta) nada sei desde o dia da minha captura; ela ficou (se é que ainda está viva) apenas com a roupa com que dormia, sem dinheiro, doente e com problemas causados pela menopausa; o que estará a sofrer é indizível.
Por aqui os guardas, a partir do momento em que descobriram que eu não era o terrorista que lhes tinha sido pintado, têm-me tratado melhor. JÁ NÃO ESTOU ALGEMADO E COM OS OLHOS VENDADOS, COMO ESTIVE MAIS DE UMA SEMANA. Dizem-me que é possível conseguir uma guitarra para cantar; oxalá, porque se se cala o cantor cala-se a vida.
Despeço-me com um abraço “elyprimerano”.
Amando venceremos!
Julián Conrado

sexta-feira, 29 de julho de 2011

ÚLTIMA HORA: Cantor combatente Julián Conrado apareceu e admitem Habeas Corpus

Escrito por: Coordenadora “Que o cantor não se cale”
Com a consigna AMANDO VENCEREMOS, Julián se dirige ao mundo
Carta aos povos do mundo publicada aqui


CARACAS, 22 de julho, 2011, TRIBUNA POPULAR TP.- Hoje sabemos que se encontra em Boleíta, na sede da Direção Geral de Inteligência Militar (DIM) em Caracas. Há 52 dias incomunicável e sequestrado. Manda uma Carta que pode ser lida aqui:
Coordenadora "Que o cantor não se cale"
Como sabe o mundo, no dia 31 de maio, em uma operação conjunta das polícias venezuelana e colombiana, foi detido-sequestrado ilegalmente na Venezuela, no estado de Barinas, o cantor e compositor revolucionário colombiano Julián Conrado. Atualmente, não se sabe se tramita o “procedimento legal” para sua entrega ao governo da Colômbia, país no qual há 7501 (agora seria mais 1) presos políticos, produto da guerra civil que assola o país irmão há mais de sessenta anos, os quais têm seus direitos humanos violados e o devido processo negado.
Com palavras de Julián, entregá-lo à Colômbia seria “… a tortura e a morte...”.
Hoje sabemos que se encontra em Boleíta, na sede da Direção Geral de Inteligência Militar (DIM) em Caracas. Há 52 dias incomunicável e sequestrado. Assim como nosso comandante Chávez, para desmentir sua renúncia, da base militar de Turiamo, onde também se encontrava desaparecido e sequestrado em abril de 2002, conseguiu a ajuda de seu cabo da Guarda Nacional Juan Bautista Rodríguez, os “Cabos de Três Sóis”; nosso cantor, Julián, conseguiu a solidariedade de um humilde soldado bolivariano que nos fez aparecer o trovador da selva através de umas linhas de agradecimento que poderão ser lidas à continuação.
Julián nos faz chegar sua luz das sombras do encerro, por meio de uma carta de agradecimento às pessoas decentes do mundo que compreendem o valor da solidariedade e a importância da defesa intransigente do Direito Internacional Humanitário. Diz assim (anexamos cópia fiel e idêntica da mesma):

Imagem da carta de Julian Conrado ao mundo

CARTA DE JULIÁN CONRADO, DA PRISSÃO NA VENEZUELA
Caracas, dia do aniversário de Mandela, 2011
Irmãos e irmãs de todas as partes do mundo que me brindam solidariedade. Do meu cativeiro na República Bolivariana da Venezuela, agradeço-lhes o apoio e o valor que me dão para seguir adiante.
Sei que de acordo com os tratados, com as leis internacionais e as próprias leis da Venezuela, minha extradição à Colômbia ou aos Estados Unidos não é possível; e o Comandante Chávez sabe perfeitamente que nenhuma razão de Estado pode estar, jamais, acima dos direitos inerentes à pessoa humana e dos princípios revolucionários; sabe, ademais, o camarada Chávez, que essa decisão não teria outro significado que o da tortura e a morte; e Che disse muito claro: “a qualidade mais linda de um revolucionário é sentir no mais profundo qualquer injustiça cometida contra qualquer um em qualquer parte do mundo”.
De qualquer forma, quero que saibam que aconteça o que acontecer, nem me renderei nem trairei; definitivamente o coração não me deixa outra opção: onde esteja e como esteja continuarei sendo fiel à formosa causa da paz com justiça e com amor. Bem… é o que já disse meu irmão Alí Primera: “Não só de vida vive o homem”.
Comento-lhes que não deixei de cantar e que tenho duas novas canções, quando o problema do meu asilo se resolva vocês as conhecerão.
Um abraço de todo coração.
AMANDO VENCEREMOS!
Julián Conrado

DECLARAÇÃO DA COORDENADORA: “QUE O CANTOR NÃO SE CALE”
Além disso, como Coordenadora “Que o cantor não se cale”, devemos informar que desde o dia 11 de junho assumimos a defesa legal-formal de Julián Conrado diante do Quinto Juizado de Primeira Instância em Função de Controle do Circuito Judicial Penal da Área Metropolitana de Caracas, correspondendo ao caso: Nº 5C-678-11, com o expediente Nº 678-11, diante do Juiz Braulio José Sánchez Martínez, recebendo “NOTIFICAÇÃO DO JUIZADO”, com data de 21 de julho (aos 51 dias de seu desaparecimento-sequestro) na qual nos informa: “… este juizado, em decisão desta mesma data emitiu as seguintes pronúncias: ‘Primeiro: Admite-se o pedido apresentado pelo cidadão advogado… de amparo judicial da liberdade e segurança pessoal (Habeas Corpus) em favor do cidadão GUILLERMO ENRIQUE TORRES CUETER, tudo em conformidade com o estabelecido no artigo 27 da Constituição da república Bolivariana da Venezuela, e os artigos 38,39,40 e 41 da Lei Orgânica de Amparo sobre direitos ou garantias Constitucionais; SEGUNDO: Determina oficiar aos cidadãos: Ministro do Poder Popular para as Relações Interiores e Justiça, ao Diretor do Corpo de Investigações Científicas, Penais e Criminalísticas e ao Diretor do Serviço Bolivariano de Inteligência Nacional, para que dentro das vinte e quatro (24) horas seguintes ao recebimento do pedido de informação de resposta, notifique ao Promotor Superior do Ministério Público para que designe um representante fiscal para que intervenha no trâmite, comprovação e decisão da ação de amparo interposta’…”
Com estes pequenos avanços, hoje podemos nos alegrar, mas nunca descansar. É o começo do princípio de uma etapa de luta legal e de justiça que apenas começa, tentando regulamentar em direito sua situação de sequestrado-desaparecido. Nunca esqueçamos que a pretensão do governo criminoso colombiano é a extradição final aos Estados Unidos, como nos lembrou Julián em sua carta de agradecimento aos povos solidários e justos do mundo.
Será que já receberam a recompensa de 2.5 milhões que o subsecretário de Estado dos Estados Unidos para a América Latina, Arturo Valenzuela, tinha oferecido por sua captura? Não sabemos. Mas o pagamento será efetuado “… ao final da operação do sequestro-detenção com a entrega final”. Aguemos a festa. Que o champagne esquente.
"... a vida é muito perigosa. Não pelas pessoas que fazem mal, mas pelas que se sentam ao ver o que passa..."
Albert Einstein
Coordenadora: “Que o cantor não se cale”
ASILO POLÍTICO PARA JULIÁN CONRRADO
A consigna é: AMANDO VENCEREMOS!!!

http://www.tribuna-popular.org/index.php/internacional/solidariedade/8719-ultima-hora-aparecio-julian-conrado-e-admitem-habeas-corpus
http://www.tribuna-popular.org
TRIBUNA POPULAR
Redação

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Onde está o bolivariano Julián Conrado?

"Desaparecido, ainda assim Julián Conrado canta e fala"

Pacto de São José 1969
A República Bolivariana da Venezuela
Como Estado, concordou:
Em nenhum caso
o extrangeiro
pode ser expulso
ou devuelto a outro país,
seja ou não de origen,
onde seu direito a vida
ou a liberdade pessoal está em risco
de violação. A causa de raça,
nacionalidade, religião, condição social
ou de suas opiniões políticas.’”
Em 1 de junho, numa operação conjunta das policías venezuelana e colombiana, foi detido ilegalmente na Venezuela, estado de Barinas, o cantor e artista revolucionário colombiano Julián Conrado. Atualmente, é desconhecido se está em curso o “procedimento legal” para sua entrega ao governo da Colombia, país no qual há 7500 (agora mais 2) presos políticos, produto da guerra civil que assola o país irmão há mais de seis décadas, os quais são violados seus direitos humanos e negado o devido processo.
É alarmante que há quase um mês de sua detenção (sequestro - desaparecimento?) e diante das numerosas solicitações internacionais de outorgar ao companheiro Julián Conrado o direito à defesa e o status de refugiado político, não exista informação clara de seu paradeiro assim como nenhum tipo de resposta oficial à respeito, além das declarações de Juan Manuel Santos [presidente da Colombia] e do subsecretário de Estado para Latinoamérica, Arturo Valenzuela, celebrando a futura entrega e a solicitação pública de extradição do governo dos Estados Unidos que resenham diversos meios de desinformação, com o futuro pagamento de dois milhões e meio de dólares a seu carrasco.
Um grupo de comunicadores populares na Venezuela, latinoamericanos e europeus, preocupados pela censura midiática imposta a outra crueldade do terrorismo imperial e frente a falta de mobilização e informação à respeito, decidimos tornar público um material inédito resgatado de nossos arquivos no qual este extraordinário artista nos deleita com o canto e expressa sua profunda e sentida palavra bolivariana, comprometida com os povos em luta. Sirva isso para reiterar nossa indignação e nosso grito de rebeldia frente esta nova infâmia, e ratificar a exigência coletiva de sua liberdade, demonstrando mais uma vez, a gravidade de seu “desaparecimento” forçado, o que significa entregá-lo às garras do império que o exige como presa natural de sua dominação, aumentando assim as inúmeras violações dos Direitos Humanos, do direito público e internacional reforçando a política sistemática imperialista de subjugação dos povos libertários e sua impunidade criminosa.
Onde está o bolivariano Julián Conrado?
Pela Libertação de Julián Conrado
COORDENADORA “QUE NÃO CALE O CANTOR”

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Julián Conrado y Christian Pérez, juglares bolivarianos de la revolución


ABP
2011-06-15-abpnoticias-Jesús Santrich, integrante del Estado Mayor Central de las FARC-EP - Resistencia Colombia.org- “Por muy oscura que sea la prisión, no dejará de brillar la razón”. Julián Conrado/
Qué decir de Julián Conrado, el cantor de la insurrección, que no exprese nuestra admiración y orgullo por su condición de revolucionario pleno de amor por el pueblo y la causa de la emancipación bolivariana. Ese ha sido su delito; es decir, la lucha que hoy desde el imperio y con el coro de los pusilánimes y serviles se estigmatiza con más fuerza que nunca, como terrorismo.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Julian Conrado canta "De mi pueblo para la guerrilla": Cantor e compositor foi preso a pouco na Venezuela e será entregue ao regime narco-paramiltar colombiano



De nuevo en un escueto comunicado del Ministerio del Poder Popular de Interior y Justicia (MPPIJ), se informa que en el estado Barinas fue detenido el cantautor y combatiente revolucionario, Guillermo Enrique Torres Cueter, conocido por su nombre artístico como Julián Conrado, presentado, otra vez por el organismo de Estado venezolano como un delincuente solicitado por la Interpol y que sería entregado, otra vez sin fórmula de juicio, al gobierno terrorista de Colombia.
“se informó a las autoridades del Gobierno de la República de Colombia, y se iniciaron los trámites correspondientes para colocarlo a la orden de la justicia de ese país, según los procedimientos correspondientes”, señala el comunicado del MPPIJ.
En el caso anterior del periodista y director de ANNCOL, Joaquín Pérez Becerra, también acusado por los gobierno de Colombia y calificado por el de Venezuela como “terrorista”, el Presidente Chávez, asumiendo toda la responsabilidad, pero no dando a conocer las razones, lo entregó a Colombia de donde había salido hace casi 20 años huyendo de la represión y la muerte.
Es conocido que durante estos casi 12 años del Gobierno venezolano del Presidente Chávez, que se define como revolucionario y bolivariano, otros casos similares han permitidos que militantes de movimientos sociales y políticos de carácter revolucionarios, hayan sido entregado a los gobiernos que lo perseguían por su compromiso y consecuencia revolucionaria.
Una de las características propias de un Estado con gobierno revolucionario con perspectiva socialista o, menor aun, solo progresista, pero que enfrenta con dignidad y soberanía al imperialismo, lo cual el Gobierno de Venezuela ha demostrado su carácter antiimperialista, es la de solidarizarse con las luchas que cada pueblo asume por su emancipación y su territorio se convierte en espacio de defensa de la vida para los perseguidos políticos.
En el caso de Conrado, el presidente colombiano celebrando la captura de este combatiente, apuntó otros detalles preocupantes y reveladores. Durante la ceremonia de graduación de oficiales en la Escuela Militar de Cadetes ‘José María Córdova’, de Bogotá, el mandatario destacó el operativo de detención, contó con la ayuda de autoridades colombianas.
“El día de antes de ayer, en una operación que realizó el Gobierno venezolano, con ayuda de autoridades colombianas –inteligencia de nuestra Policía- se capturó a ‘Julian Conrado’”, a quien califica de narco terrorista.
Lo revelador de esta aseveración de Santos, es que existiría un “acuerdo” entre el Presidente Chávez y Santos para la cooperación a nivel de servicios de inteligencias para la captura de combatientes colombianos que han llegado a nuestro país para salvar sus vida de la persecución y las masacres que comete la oligarquía colombiana, como es de todos conocidos.
Si ya es de gravedad este acuerdo, lo que es peor aún y que es de todos conocidos, la relación y ayuda a nivel de los servicios de inteligencia y militar que existe entre el Mossad israelí y la CIA estadounidense con el Gobierno y Estado colombiano para perseguir, a lo que ellos llaman “terroristas” y que son los militantes revolucionarios de todo el mundo que luchan por hacer realidad esa hermosa consigna de que “OTRO MUNDO ES POSIBLE”.
Por lo que no es exagerado señalar que con este “acuerdo” de cooperación entre servicios de inteligencia de Colombia y Venezuela, indirectamente y creemos que sin quererlo, se está haciendo el juego y/o siendo parte de la red mundial del imperialismo para capturar a cuadros revolucionarios de izquierda con el objetivo de destruir las luchas de nuestros pueblos.
El Partido Comunista de Venezuela (PCV), con el caso de Pérez Becerra, ya advirtió en la necesidad de desarrollar un debate nacional e internacional sobre la entrega de revolucionarios al gobierno narcoparamilitar de Colombia y solicitó al Partido Socialista Unido de Venezuela (PSUV) buscar un espacio para analizar esta situación que se ha creado, pero hasta el momento ese espacio no se ha logrado.
Esta nueva situación creada con la detención de “Julián Conrado” y el compromiso de entrega inmediata que el MPPIJ señaló en su comunicado, sin tomar en cuenta las leyes nacionales e internacionales y la propia Constitución Bolivariana de Venezuela, debemos advertir, a través de Tribuna Popular en espera de un comunicado oficial del PCV, a las y los revolucionarios del mundo, que Venezuela ha dejado de ser un lugar seguro para los luchadores populares.
Por último cabe señalar que en el día de hoy, el Presidente Santos recordó que luego de la operación Fénix, en la que fue abatido ‘Raúl Reyes’, las autoridades colombianas creyeron inicialmente que uno de los guerrilleros dados de baja era alias ‘Julián Conrado’, lo cual quedó descartado al realizar las verificaciones del caso.
“Hoy está a buen recaudo y el Presidente Chávez nos ha dicho que nos lo va a entregar”, agregó el Presidente Santos al celebrar la captura.
Desde Tribuna Popular expresamos toda nuestra solidaridad y compromiso revolucionario con el combatiente Julián Conrado y serán nuestra páginas expresión de la solidaridad internacionalista y de combate por su libertad y la de todos los combatientes antiimperialistas del mundo.
¡Exigimos aplicar los derechos que la Constitución Bolivariana de Venezuela!
Que su caso sea sometido por los Tribunales de Justicia guardando, al menos, el debido proceso y respeto por los derechos del combatiente detenido.